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A Dressy, como você deve saber, é uma loja conceito de roupas femininas… Mas quando a criamos, desde o início queríamos realizar ações diferentes. Tudo que fazemos através das nossas redes sociais e blog, vai um pouco ao encontro disso. Mas não era suficiente…

Foi então que no mês de abril, que elegemos como homenagem ao mood #work, surgiu a ideia de promover um evento. E evento por evento, através da loja nós já realizamos vários, mas todos tinham o intuito de gerar vendas. E já faz um tempo que percebemos que para engajar o público de verdade é necessário produzir conteúdo relevante e algo que acrescente aos mesmos. Logo, no nosso #dressytalks, a gente reuniu algumas empresárias da cidade, jovens como a gente, e com histórias bem diversas, para fazer um bate-papo contando as delícias e os desafios de empreender.

Essa roda de conversa foi mediada pela queridíssima Laura Coutinho, e contou conosco da Dressy; com a Aiani Silva, fundadora da AIA – Aluguel de Vestidos; com a Déborah Viegas, proprietária da Quote, Balls e Dot Clothing; também com a Julia Baruffi sócia da Laci Baruffi; com a Moniky Bittencourt fundadora da Check-in 4 wine; e com a Priscila Prudêncio idealizadora do Saboreando por Aí. E se você pesquisar as empresas, vai perceber que não ficamos presas ao universo da moda na hora da escolha das nossas convidadas, o que deixou o papo ainda mais rico.

O evento rolou no coworking A Fábrica Working Bar, e não teria lugar mais perfeito. Afinal, o bate papo rolou no espaço mais sério do segundo andar, e depois descemos para o bar, afinal precisávamos de um momento de descontração e networking. Olha só um pouquinho de como foi:

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Reunimos mais de 60 meninas na platéia, e foi lindo de ver tanta gente disposta em aproveitar uma noite depois do trabalho para se desenvolver e ouvir as nossas histórias. Olha só algumas fotos:

Foto 1

Nossa já parceira Vanessa Lemos, foi lá para se inspirar e levar ideias novas para o seu negócio, que ela acabou de abrir – a Blessy.

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A Fábrica Working Bar lotada, e rolando a maior interação entre as participantes 🙂

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Pensamos em todos os detalhes <3

Foto 4

A nossa amiga e convidada Julia Baruffi contando um pouquinho da sua grande experiência inovando dentro do negócio que foi criado pelos seus pais, a Laci Baruffi.

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A linda e inspiradora Déborah Viegas contando um pouco de como surgiu cada uma das suas três marcas, e como é sua rotina para manter tudo isso funcionando.

As marcas são a Quote Clothing, a Store Dot e Balls.

Foto 6

E aqui a super elegante Aiani Silva, fundadora da AIA Aluguel de Vestidos, empresa que é mais a sua cara impossível e que super inovou dentro do ramo de vestidos de festa.

Foto 7

A Moniky Bittencourt, empolgadíssima contando como vem sendo o início do caminho da Check in 4 Wine.

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A super querida Priscila Prudêncio contando um pouco de como foi toda a evolução do Saboreando Por Aí.

Foto 9

E claro a gente, com os dois looks total Dressy. E se você observar bem vai ver que estamos as duas com a nossa camisa #work, que te apresentamos nesse post, e usamos de duas maneiras bem diferentes, inclusive 🙂

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Claro que depois do bate-papo tivemos que ter uma bebidinha, os espumantes foram fornecidos pela Moniky, do Check in 4 Wine, e ficaram lindos bem personalizados.

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E com essa mulherada toda presente não podiam faltar alguns doces, e com isso estávamos bem preparadas: contamos com as pipocas da It’s Popi Gourmet, com os mini cupcakes da Luiza Goedert Doces Caseiros e com os cookies recheados da Moonkies.

A gente ainda não consegue explicar o tanto que foi especial realizar esse evento, mas principalmente ver tanta gente saindo de lá com os olhinhos brilhando e com vontade de fazer acontecer. Isso que foi o mais importante, e por aqui queremos sempre inspirar você a ser melhor.

Ficou com vontade de ver mais fotos? Corre para esse álbum na nossa página do facebook para ver todas.

E se por um acaso você não pôde ir, e ficou com vontade, é só continuar nos acompanhando, que com certeza esse foi o primeiro #dressytalks de muitos que ainda virão.

Mil beijos,

Fernanda e Paula.

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Esse provavelmente vai ser o post escrito com maior felicidade por aqui. É, 2017 foi um ano e tanto para a Dressy (e ainda temos um restinho dele, hein!).

Lá em janeiro passamos quase o mês inteiro fazendo mil e um planejamentos para o ano que estava começando. Levantamos diversas ideias de ações, eventos, parcerias… e claro, muitas metas! E uma delas era conseguir montar o nosso cantinho. Quando colocamos isso como objetivo, pensamos durante muito tempo se seria alcançável, mas mesmo na dúvida, decidimos manter.

Sabe, por aqui acreditamos em sempre dar pequenos passos com muita cautela, por isso optamos pela sala comercial e não por uma loja de rua. Claro que ter uma loja é um sonho nosso e já temos ela inteirinha na nossa imaginação. Mas a operação se tornaria muito mais complexa e maior do que conseguiríamos manter no momento. Então, passamos boa parte desse ano pesquisando e visitando diversos espaços pela cidade… E como é engraçado, a sala que escolhemos surgiu sem muita pesquisa, através de uma conversa entre amigos.

Ela apareceu assim na localização que sempre sonhávamos: pertinho do Shopping Beira Mar, e mais ainda, da maioria das nossas clientes… Ou seja, não tínhamos como não fechar!

Isso tudo nos fez pensar: como temos essa mania de achar que não vai dar certo, né? E como acaba nos atrapalhando no meio do caminho. Montar o nosso cantinho foi muito corrido – quem é que acompanhou a gente nos stories do Instagram por aí? Mas todo o processo foi lindo e nós não poderíamos estar mais felizes! Em ver como a Dressy cresceu, com as pessoas que continuam – e que nunca saiam! – do nosso lado, e com tudo aqui – no seu devido espaço, que diríamos já virou quase a nossa segunda casa – ou seria a primeira?

Uma cliente nos mandou esses dias que as definições de girlpower foram atualizadas com tudo que a gente colocou a mão na massa na sala. E é claro que a gente adorou o elogio. Olha só:

POST

Queremos que você que está olhando esse monte de foto use-as como inspiração nesse final de ano para listar todos os objetivos de 2018. E não fica com medo ao fazer isso hein? Os nossos já podemos te adiantar, são muitos!

Ainda vamos fazer um post mostrando todos os detalhes do nosso espaço, mas se você já ficou com aquela curiosidade.. é só vir nos visitar! Afinal, estaremos sempre de portas abertas!

Nosso endereço é: Rua Alves de Brito, 141 – sala 505, e o horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira das 10h às 19h e aos sábados das 10h às 14h.

Vamos adorar ver você por aqui!

Mil beijos,

Fernanda e Paula.

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Vou dizer, ou escrever, que é um grande desafio pensar em um post para o Dia Internacional da Mulher – sem cair nos clichês com os quais já estamos pra lá de acostumadas. Acho que podemos começar com um parabéns? Parabéns por este dia. Espero que ao menos hoje, você tenha reservado um tempinho para você fazer algo por você – se não, ainda dá tempo!

Como nós todas bem sabemos, o Dia da Mulher não é somente flores e celebrações de feminilidade, mas uma lembrança de todo o caminho que ainda nos falta percorrer para conseguir igualdade, mesmo depois de 40 anos da sua criação. 8 de março foi definido como tal pela ONU, em 1975, e tem origem em manifestações de mulheres russas por melhores condições de vida e de trabalho.

E não é preciso muita pesquisa pelos relatórios por aí para perceber que nos encontramos muito longe de uma situação atual, apesar dos diversos progressos. Segundo o Anuário das Mulheres Empreendedoras e Trabalhadoras em Micro e Pequenas Empresas, o número de empreendedoras cresceu 21,4%. O de homens cresceu 9,8% no mesmo período.

O mesmo anuário mostra que mulheres que estão montando o seu próprio negócio são bastante jovens: 41,3% têm entre 18 e 39 anos e 52% têm entre 40 e 64 anos. Cerca de 40% delas são chefes de família, sendo que a maioria (70%) tem ao menos um filho. Por outro, o salário das mulheres equivale a 73,6% do rendimento médio recebido por homens: R$ 1.614,95 contra R$ 2.195,30, segundo pesquisa do IBGE de 2013.

Esse mesmo cenário que mostra pequenos avanços, prova também que não vivemos em um mundo feminista, ou sequer igualitário. Essa desigualdade não parece tão notável em nosso dia-a-dia, pois estamos bem acostumadas com o que sempre nos foi dito.

Por aqui a gente se considera meninas de sorte nesse sentido, já que sempre fomos incentivadas pela nossa família, principalmente quando falamos do sonho de abrir nosso próprio negócio.

Fomos criadas para conquistar a nossa independência e estamos rodeadas de exemplos de mulheres que a alcançaram. Lutamos pelo nosso próprio dinheiro, trabalhamos – e muito – nos fins de semana e arrumar a casa ou cozinhar estão nos últimos itens de prioridade.

Hoje, o nosso desejo é que todo mundo seja um pouco mais feminista. Afinal, o feminismo por definição, objetiva os direitos iguais a partir da libertação de padrões opressores baseados em normas de gêneros. Descomplicando: igualdade entre homens e mulheres. Se o mundo fosse feminista, as mulheres não receberiam menos que o homem, exercendo o mesmo cargo. Também não se sentiriam intimidadas a se tornarem donas do seu próprio nariz, só porque “os caras não curtem as independentes”. Teriam filhos e, naturalmente, não seriam desencorajadas a continuarem crescendo profissionalmente. Teríamos mais líderes e, sem dúvidas, seríamos mais unidas.

Mudanças podem ser delicadas, mas são bem-vindas. Neste caso são particularmente necessárias e urgentes. Afinal de contas, você sempre teve poder, acontece que nesse mundo, nós temos que aprender a perceber por nós mesmas.

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